Desapegar...

29.5.16


Aquela blusinha que você ama, mas não usa há anos, aquele velho diário cheio de recordações, a fita cassete com momentos felizes... Coisas simples, mas que nos apegamos de um jeito sem igual não é mesmo? Mas o que elas representam? Memórias vividas? Momentos felizes? Pessoas que sentimos saudades?

Memórias. Lembranças. De coisas que passaram. Que não voltam mais. Que mesmo que a gente veja um milhão de vezes não vai nos fazer voltar ao tempo. A blusinha não vai ficar nova, o diário não vai te fazer reviver as mesmas coisas de novo, a fita cassete não te fará voltar no tempo.

Desapegar.

Pra que se apegar à coisas do passado? Porque não viver o presente, planejando o futuro, e mantendo o passado na lembrança, e não ao nosso redor? Porque se apegar a coisas que não voltam mais, a pessoas que se afastaram, esperando que tudo volte ao normal? Porque não deixar as coisas simplesmente fluírem?

O tempo passar.
              O tempo mudar.
                             O tempo levar.

Levar os apegos. Levar tudo aquilo que deixa nossa alma mais pesada. Aquilo que não nos acrescenta. Aquilo que não nos deixa viver o presente.

Desapegue, experimente o prazer que é ter sua alma mais leve, sem se preocupar com essas coisas. Sem se preocupar se seus objetos vão ser preservados ou não. São apenas materiais. O que levamos conosco são as lembranças. Não é preciso mais nada.  

Ela é louca, mas é feliz!

25.5.16

Ela é ciumenta, ri descontroladamente, demora a entender as piadas, seu humor varia de pessoa pra pessoa. Ela é intensa demais, não sabe amar pouco, rir pouco, falar pouco, chorar pouco. A chamam de louca. Mas ela se diz feliz.
Ela se apega fácil as pessoas, as ama demais, as ama de verdade. Mas sabe desapegar delas com a mesma facilidade. Ela cansou de se decepcionar e juntar os pedaços do seu coração. Hoje ela sabe que o amor próprio é o mais importante. O essencial.
Não é o outro que a vai faze-la feliz. E sim ela mesma. E ela não está a procura de ninguém não. Pois ela sabe qua na hora certa irá aparecer a pessoa ideal. Aquela que irá aturar suas mudanças de humor, seu ciúme bobo, seu riso descontrolado, seu choro sem fim e, principalmente, vai fazê-la transbordar de tanta alegria!  

Entre o passado e a felicidade

11.5.16

Aprendi que o tempo não volta. Uma bobagem falar isso, mas as vezes criamos tantas expectativas e ilusões achando que as coisas vão voltar a ser como eram, que vamos viver tudo de novo. As vezes a ficha demora a cair...
O passado, por mais que nos mude e nos molde, não deve ser carregado conosco como se fosse uma corrente. O passado a gente deixa pra trás. As lembranças boas a gente guarda no coração, e as más nos servem de lição. E todas essas lembranças ficam guardadas na mente. Porque a vida é isso. Uma caixinha de lembranças.
E pra que ficar revivendo o passado se você pode viver seu melhor hoje? Pra que se prender ao passado, se prender às pessoas que você conviveu, aos relacionamentos que não deram certo, aos tombos que você sofreu? Pra que carregar o passado contigo como se ele fosse o presente? Pra que ter medo de encarar o agora? O que passou, passou. Não volta. Simples assim. E se você tiver medo do presente, como vai viver? 
A felicidade é uma escolha própria. 
Você é feliz se deixar ser feliz. 
Se você mesmo se fizer feliz.

Viva o hoje. E o resto? O resto deixa pra lá! 

Adaptado por Tanise Silveira. Blog DUP.. Tecnologia do Blogger.